A obesidade é uma condição complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.
Ela é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, o que pode levar a problemas de saúde graves, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, apneia do sono e até mesmo certos tipos de câncer.
Para classificar a obesidade, utilizamos o sistema CID, que leva em consideração o grau de obesidade de cada indivíduo.
Venha saber mais sobre o tema!
O CID é uma sigla que significa Classificação Internacional de Doença.
Ele é utilizado mundialmente para padronizar o registro de doenças e condições de saúde.
Quando se trata de obesidade, o CID leva em consideração o grau de obesidade de cada indivíduo, que é determinado pelo cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC).
A obesidade mórbida, também conhecida como grau 3, é a forma mais grave de obesidade e é caracterizada por um IMC superior a 40.
Essa condição é considerada uma das principais causas de morte evitável em todo o mundo.
A obesidade mórbida pode causar uma série de problemas de saúde graves, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, apneia do sono, problemas articulares e até mesmo certos tipos de câncer.
É importante que os indivíduos com obesidade mórbida busquem tratamento médico adequado para ajudá-los a controlar seu peso e melhorar sua saúde geral.
Aqui no Brasil, nós fazemos um trabalho realmente de excelência em relação a cirurgia bariátrica.
Então, hoje nós não queremos esperar que o paciente chegue a 150, 200, 250 kg para serem submetidos ao tratamento cirúrgico. Queremos operar precocemente e não permitir que chegue a um peso tão maléfico .
Ou seja, para que sejam submetidos ao tratamento nós não queremos que as pessoas cheguem a esse peso (obesidade mórbida - grau 3).
Porque chegando a esse peso ela já é uma pessoa extremamente doente…
A obesidade grau 1 é caracterizada por um IMC entre 30 e 34,9.
Essa condição é considerada menos grave do que a obesidade mórbida, mas ainda pode causar uma série de problemas de saúde.
Os sintomas da obesidade grau 1 podem incluir:
Para tratar a obesidade grau 1, é importante adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.
Isso inclui a redução do consumo de alimentos processados e açucarados, o aumento do consumo de frutas, vegetais e alimentos integrais. Também deve-se adotar a prática regular de exercícios físicos.
Nesse sentido, é crucial buscar a ajuda de uma equipe multidisciplinar de profissionais de saúde para receber orientações personalizadas sobre como controlar o peso de maneira saudável e sustentável.
Já no Grau 2, a obesidade é considerada grave.
A classificação é feita quando o IMC está entre 35 e 39,9 kg/m².
Nesse caso, os riscos à saúde são ainda maiores, podendo surgir complicações ainda mais sérias, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, entre outras.
Os sintomas também se intensificam, e o paciente pode sentir ainda mais dificuldade em realizar atividades físicas e em controlar o apetite.
O excesso de peso também pode prejudicar a qualidade de vida, com dores articulares e nas costas, cansaço excessivo e falta de ar.
É importante lembrar que a obesidade é uma doença crônica e que, quanto maior o grau, maiores são as dificuldades para o paciente controlar o peso. Por isso, é fundamental buscar ajuda médica e iniciar um tratamento adequado.
A obesidade é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e que pode ter sérias consequências para a saúde e qualidade de vida. Trata-se de uma doença crônica e que, por isso, requer acompanhamento médico e tratamento adequado.
A classificação da obesidade de acordo com o grau (CID da obesidade) é importante para que o médico possa avaliar o estado de saúde do paciente e definir o tratamento mais adequado. No Grau 1, é possível controlar a obesidade com mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios físicos. Já nos Graus 2 e 3, é necessário um tratamento mais agressivo, como a cirurgia bariátrica.
Não deixe de buscar ajuda médica caso esteja acima do peso e sinta dificuldade em emagrecer. A obesidade pode trazer sérias consequências para a saúde, mas com o tratamento adequado é possível controlar a doença e melhorar a qualidade de vida. Lembre-se: saúde em primeiro lugar!
Especialista em Cirurgia Bariátrica, Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Metabólica, tendo realizado mais de 10.000 procedimentos minimamente invasivos para o tratamento da obesidade e diabetes.
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